MESTRE DOS PALANQUES

Um dos maiores nomes das competições estaduais, o único da atual comissão técnica que passou por todas as entidades existentes nas três últimas décadas da história do esporte, aceitou nosso convite e também fará parte do seleto grupo de colunistas deste site, para nosso imenso deleite.

Amadeu Júnior, nascido na capital cearense, se apaixonou pelo bodyboarding logo no primeiro contato, quando estava caminhando pela praia e se deparou com a estrutura do terceiro encontro do oitavo circuito estadual realizado pela nossa primeira entidade. O fato se deu no último dia do mês de setembro de 1995, no Icaraí, dois meses após uma das nossas maiores conquistas, que foi o título da principal categoria na inaugural etapa de circuito mundial no país, feito conseguido por Melk Lopes. De imediato, adquiriu seu primeiro equipamento, uma prancha da marca Wave Rebel, modelo Kainoa McGee, e, pouco tempo depois, descobriu que havia recebido ela das mãos de um dos maiores competidores do esporte, o bicampeão cearense Seikiti Shinmon.

Sua maior conquista, como atleta, foi o vice-campeonato máster no único ano que concorreu, em 1996, aos 28 (vinte e oito) anos de idade, tendo ficado atrás somente de Roger Vítor, numa competição que considera ter sido uma grande confraternização. Concluiu o curso de arbitragem no mês de agosto daquela temporada e, no período subsequente (1997), foi integrado a um quadro técnico de altíssimo nível, composto por Ednardo Peixoto, Alexandre Tavares, Evans Paixão, Rafaela Frota (bicampeã cearense) e comandado pelo grande Paulo de Tarso, o “Mano”, head-judge/presidente da ABBC (Associação de Bodyboarding do Ceará).

Não demorou muito, e já estava fazendo parte do staff da entidade, mas também, produzindo um dos principais periódicos da história do esporte, o jornal “Body News”, que teve sua primeira edição em 1998, ano do nosso primeiro título brasileiro, com Roberto Bruno. Julgou a primeira etapa de circuito nacional realizado no estado (1999), trabalhando com o carioca e atual chefe da arbitragem mundial (Chico Garritano), criou a ABBF (Associação de Bodyboarding de Fortaleza) e se tornou head-judge em 2005, na Liga Cearense, convidado pelo amigo árbitro e presidente da organização, Orleans Acácio.

Em 2013, fundou a única entidade de julgadores do país, a ACEAB (Associação Cearense dos Árbitros de Bodyboarding) e, durante toda a gestão de Tom Santiago, atuou como head-judge, mas também, como diretor de prova do circuito local. Nesse mesmo período, exerceu liderança no julgamento do circuito Abreus, em Pernambuco, e, ano retrasado, instituiu a escolinha do Pecém, num dos distritos do município de São Gonçalo do Amarante. Atualmente, é coordenador do “Projeto Zout”, que visa descobrir e apoiar novos valores do esporte, e coordena a formação de árbitros da entidade estadual especializada.

Como foi exposto, nosso mais novo colunista é possuidor de vasta experiência e, além de ter passado por todas as entidades já mencionadas, também fez parte da primeira federação, fundada por Alexandre Tavares, mas presidida inicialmente por Miguel Ângelo. Adiante, esteve em todas as gestões da nova fase da mesma organização, dirigidas por Roberto Bruno e Melk Lopes, e ainda, em todas as administrações da ABC (Associação de Bodyboarding de Caucaia), assim como, da associação municipal que criou.

Seja bem-vindo grande Amadeu!

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