AS COPAS CAVALO MARINHO

Nas duas primeiras décadas, da história nacional do esporte, aconteceram nas nossas praias as maiores competições nordestinas e, em alguns anos, as melhores no país. Estou tratando das célebres Copas Cavalo Marinho, realizadas por Raul Oliveira e Teresa Neuma (proprietários da marca), que logo na primeira edição se tornou um verdadeiro “divisor de águas” do bodyboarding cearense.

Para Gabriel Mesquita, presidente da nossa maior entidade quando aconteceu a inédita copa, ela foi uma revolução no esporte a nível local, pois, pela primeira vez, o estado teve um evento “grandioso” e pôde mostrar seus atletas para o mundo. Paulo de Tarso, o “Mano”, segundo dirigente da associação e hoje presidente da ACEAB (Associação Cearense dos Árbitros de Bodyboarding), também conceituou a primeira edição como um marco na história estadual do esporte.

Rogério Biola, lenda do bodyboarding alencarino, considerou marcante essas copas, porque permitiu, logo nas primeiras edições, que os atletas cearenses pudessem testemunhar as performances dos principais competidores da nação. Melk Lopes, nas três que competiu, externou que sempre se impressionava com o tamanho da estrutura e, Roberto Bruno, lembrou muito bem que a Cavalo Marinho foi a primeira marca que lhe deu apoio na sua fenomenal trajetória.

A 1ª Copa Cavalo Marinho no Ceará aconteceu de 21 a 24 de janeiro de 1988, na Taíba, mais precisamente no tradicional pico “Taibinha”. Daniel Holanda, terceiro melhor atleta júnior do estadual daquele ano, foi o único cearense que venceu uma das categorias, a estreante. Na mirim/júnior, Luciano Praça foi o vice-campeão, mesma colocação no feminino da nossa melhor representante, Graziela Monteiro, a então campeã estadual (1987). Ela perdeu apenas para a pernambucana Elka Roichman, que depois se tornou esposa de um dos maiores surfistas do país (Fábio Gouveia) e mãe de Ian, o mais novo brasileiro na elite do surf mundial. Na principal categoria do masculino, nosso melhor competidor foi o campeão estadual daquela temporada, Rogério Biola, que conquistou a quinta colocação e se envolveu num dos momentos mais marcantes do evento.

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Gabriel Mesquita, o principal dirigente à frente da organização da competição, recorda muito bem de três momentos, inclusive esse acima referido. Foi a desclassificação precoce de um dos maiores atletas do país na época, integrante da primeira equipe brasileira que disputou o mundial, o carioca Cláudio Marques, que, inclusive, tinha acabado de chegar do Havaí, onde representou nossa nação. Segundo o presidente da nossa associação, “Marques cometeu interferência e saiu “cuspindo brasa” do mar, acusando o Biola de tê-lo feito interferir de propósito e o Biola chorando dizendo que era fã dele e jamais faria aquilo. Só com muita conversa para acalmar a situação”.

O segundo fato foi outra interferência, nas quartas-de-final, desta vez marcada em desfavor de Francisco Rosa, o destaque do evento, e que, por isso, acabou sendo incluído na temida equipe Oxigênio/Ozônio, pouco tempo depois, ao lado do próprio Cláudio Marques. Infração foi marcada na última onda da disputa, que envolvia o atleta pernambucano Jorge Aguiar, ganhador da competição. “Arbitragem dividida entre a existência ou não da interferência. Eu fazia a locução do lado de fora do palanque e o Mano desceu para me consultar. O Rosa havia cometido a interferência, mas, na visão dele, o tempo da bateria já havia acabado. Depois de longas análises, conversas, discussões sem o vídeo para revermos a onda, pois, esta tecnologia nem era sonhada na época, acabamos por concluir que o Rosa também cometera infração. Acredito que esta decisão tenha sido mais política do que técnica, tendo em vista a pressão dos atletas de Pernambuco e Rio de Janeiro”.

O terceiro e último instante, compreendeu aquela que acabou conquistando título estadual daquela temporada, a Anastácia Ribeiro. “Ela executou uma manobra que somente era computada como valiosa em nosso Estado e não nos demais (parafuso). Foi fazer a manobra e a praia veio abaixo. Os árbitros de Pernambuco não queriam soltar a nota e desta vez não teve jeito, tiveram que valorizar a manobra porque no Ceará ela valia muito…rs”, completou.

Para Paulo de Tarso, o “Mano”, essa primeira copa foi um exemplo para o restante do país no quesito premiação. Recorda ainda, que foi naquela competição que estreou como head-judge, para equilibrar julgamento, dividindo o comando técnico com Samuel, um pernambucano que, para ele, foi um excelente profissional.

A 2ª Copa Cavalo Marinho no Ceará ocorreu de 24 a 26 de março de 1989, no mesmo local da anterior, contou com fortes patrocinadores internacionais do esporte (Redley/Morey Boogie) e, ademais, com a cobertura do maior veículo de comunicação da época, a revista Fluir Bodyboard. O que também impressionou nessa segunda edição foi o palanque, tanto o tamanho, como a forma e estilo. Foi feito todo rústico, com duas torres (uma para a locução e outra para arbitragem) e envolvido com folhas de carnaúba, portanto, original. Além disso, incluíram no torneio disputas entre “surfistas de tábua” e “surfistas de areia”.

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Nossos atletas ganharam três das cinco categorias ofertadas, inclusive, a principal masculina, com Francisco Rosa, o então vice-campeão cearense, que bateu na final o então campeão brasileiro e carioca, Paulo Esteves, dando o troco do Fico Surf Festival de 1988, quando os dois também se pegaram na mesma situação. “Lio” chegou na última bateria desta copa após passar pelo seu maior rival local (Rogério Biola), enquanto que o fluminense transpassou também por outro grande oponente, Alexandre de Pontes, o melhor brasileiro no mundial. Bira Teixeira, que terminou em quinto, marcou pela radicalidade e variação de manobras. Na feminina, as irmãs Nogueira dominaram, mas venceu a então campeã brasileira e mundial, Mariana. Elas bateram na final duas nordestinas, Danielle Gracie (pernambucana) e Marjorie Leão (potiguar).

Na amadora, a final envolveu quatro cearenses e levou a melhor o então campeão estadual da categoria, Ataliciano Pirata, que abusou do estilo drop-knee para superar o taibense Wilson Sereia. Ériko Vasconcelos, vice-campeão júnior de 1987, acabou na terceira colocação e, na quarta, Seikiti Shinmon. Na júnior, disputa foi entre dois representantes pernambucanos e dois da “Terra do Sol”. Melhor para o “leonino do norte”, Marcelo Cartaxo, que venceu o alencarino destaque do evento, Crisanto Pimentel. O outro pernambucano terminou em terceiro (Marcelo Rodrigo) e completou o pódio o então campeão estadual júnior, Luciano Praça. Na estreante, ganhou outro taibense, João Batista, que superou na final dois locais da “Leste-Oeste” (pico da capital cearense), Hidelbrando (2º) e Carlos Wellington (3º). Completou o pódio Cristiano da Silveira.

Para o presidente da nossa entidade da época, Paulo de Tarso, o “Mano”, a segunda copa ratificou o sucesso da primeira, tornando-as tradicionais no calendário nacional das grandes competições. E disse ainda: “foi o primeiro palanque fixo do Ceará, nem o surf teve esse privilégio. Na época, minha vida era dividida em três partes, família, estudo e Cavalo Marinho, pois todos os dias eu estava lá, sempre tive carta branca nas decisões”.

A 3ª Copa Cavalo Marinho no Ceará foi realizada de 12 a 15 de abril de 1990, e pela primeira vez em Fortaleza, mais precisamente defronte a barraca América do Sol, na Praia do Futuro. Considerada o maior evento do país naquele semestre, novamente teve grandes patrocinadores, como Ethafoam, Brahma, Gênesis e Redley, entretanto, premiação superou a edição anterior, porque também incluiu três passagens aéreas internacionais, para o Peru.

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Na principal categoria masculina, Francisco Rosa, o então campeão estadual e terceiro colocado no segundo evento internacional no país (2º International Bliss Competition), conquistou seu bicampeonato consecutivo da copa, superando na final o campeão estadual júnior de 1988, Luciano Praça, que foi escolhido como grande destaque do evento, tendo em vista haver chegado nas últimas baterias dos dois níveis que concorreu, mas principalmente, por ter sido o amador que desbancou numa das semifinais da prestigiada disputa, nada mais, nada menos, que o melhor atleta brasileiro no mundial, o carioca Alexandre de Pontes. Na feminina, as irmãs Nogueira fizeram novamente uma dobradinha, como na edição anterior, contudo, desta feita, a então campeã brasileira, Isabela, foi a vitoriosa. Elas desbancaram na final duas potiguares, Ana Luize (3º) e Clarice Leão (revelação do evento). Vale salientar, que a bateria mais disputada nessa categoria foi entre Mariana Nogueira e a alagoana que, seis anos depois, se tornou a primeira nordestina campeã brasileira profissional, Bianca Andrade.

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A final amadora foi toda cearense, mas venceu o melhor daquele ano nas competições estaduais, Seikiti Shinmon, que, inclusive, conquistou seus dois títulos locais no semestre seguinte, por ter sido campeão em duas categorias, entrando para a história do esporte também por isso, porque foi o primeiro a conseguir tal marca. Em segundo ficou Daniel Holanda, seguido de Luciano Praça (finalista também na principal categoria) e em quarto Fábio Alexandre. Entretanto, maior média da competição (9,2), naquele nível, foi obtida pelo quinto colocado, Marcelo Quinderé, o então campeão estadual júnior. Na estreante, que foi toda disputada na quinta-feira, primeiro dia da copa, venceu Fábio “Penélope”, seguido de Tarciano Aragão, Paulo Ventosa e Vilmar Henrique, respectivamente.

A primeira copa feita fora do nosso estado aconteceu de 20 a 22 de julho desse mesmo ano, na Praia do Sarney, Aracaju/SE. Com a participação de 81 (oitenta e um) atletas nordestinos, árbitros cearenses e uma premiação que oferecia novamente passagens aéreas internacionais para o Peru, nossos atletas trataram de dominar as principais categorias. Na pro/am, dobradinha alencarina, com Daniel Holanda em primeiro e Crisanto Pimentel em segundo. Luciano Praça, que acabou conquistando também o vice-campeonato estadual júnior naquela temporada, venceu na amadora e foi o único da competição que obteve nota máxima. Como reconhecimento aos grandes resultados conseguidos, uma semana na Praia do Francês, para toda a equipe Cavalo Marinho, bancada pelos proprietários da marca, que também aproveitaram os momentos.

A 4ª Copa Cavalo Marinho no Ceará aconteceu de 28 a 31 de março de 1991, novamente na capital e na Praia do Futuro, mas desta vez defronte a barraca Biruta. Marcou também devido a presença de personalidades do esporte, como o pioneiro do país, Marcus Cal Kung; Cláudio Marques, presidente da associação carioca (ABBERJ); Washington de Moraes, da associação paulista (APB); Basílio B. Ruy, fotógrafo da Fluir Bodyboard; Magoo, da associação maranhense (ABBM); e Álvaro Gazé, locutor oficial do circuito nacional.

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Com um número recorde de inscritos, 160  (cento e sessenta), vindos de todos os estados nordestinos, além de São Paulo e Rio de Janeiro, nessa edição os amadores foram destaque, mas também a chuva, que alisou o mar na sexta-feira e propiciou um show de bodyboarding, principalmente do maranhense Rodrigo Falcão, que nesse dia obteve a primeira nota máxima do evento.

Na principal categoria masculina, a pro/am, com a desclassificação precoce de Francisco Rosa, devido interferência, as atenções se voltaram para o então campeão estadual, Rogério Biola, e para o então carioca campeão brasileiro, Paulo Esteves. Contudo, ambos terminaram dividindo a quinta colocação e a grande final foi composta somente por amadores. O carioca Rodolfo Fiúza foi o vencedor, seguido do maranhense Artur Neto, sendo que a terceira colocação foi partilhada entre o paulista Rodrigo Burani e o cearense Crisanto Pimentel, que foi o melhor atleta local da temporada e acabou repetindo feito de Shinmon, se tornando bicampeão estadual. Na feminina, a grande campeã foi Cacilda Marinho, que arrancou dos juízes a segunda nota máxima da competição, dando um aéreo no sábado. Ela venceu as cariocas Cláudia Castelo (2º) e Cléo Guimarães (3º), além da alagoana Juliana Andrade.

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O melhor alencarino na competição foi Melk Lopes, que conquistou também naquela temporada o vice-campeonato estadual júnior. Ele bateu simplesmente o carioca campeão da categoria principal do evento, mas também, o melhor representante de Pernambuco, Marcelo Cartaxo (3º), e o maranhense Léo Guerra. Na estreante, destaque para nosso fenômeno, Roberto Bruno, que estava estreando em competições e conseguiu chegar à final da categoria que concorreu, ganhando seu primeiro troféu na carreira. O grande vencedor foi o “home boy” da Ponte Metálica, Eduardo Santos, seguido de outro cearense, Francisco Nilson. Henrique César completou o pódio, na quarta posição.

Melk Lopes, numa rede social, externou lembrar bem daquela final, por ter conseguido uma nota máxima e porque teve dificuldade de levantar o troféu, devido peso. Mas recordou ainda, daquela vitória, de algo muito importante: “cheguei em casa, falei com minha família, em especial, meu pai, e disse que eu queria ser bodyboarder profissional, e assim aconteceu, foi nessa copa que iniciei minha carreira como atleta”.         

Naquele ano, poucos meses depois, ocorreu também a segunda copa fora do Estado do Ceará, dessa vez na Praia do Francês, em Alagoas, tendo sido a inicial que teve uma forte parceira, motivando a mudança no tradicional nome do evento, com a inclusão da outra marca. A Copa Cavalo Marinho/Morey Boogie, aconteceu de 11 a 14 de julho, e foi considerada uma prévia do circuito brasileiro, devido à presença dos melhores atletas do país, principalmente, na mais importante categoria masculina, onde se encontravam todos.

Guilherme Tâmega, que acabou conquistando seu segundo título nacional naquela temporada, venceu o evento, derrotando na final seu principal adversário na época, o também carioca Paulo Esteves. Marcelo Pedro (RJ) e o sergipano Alberto Gama dividiram a terceira colocação. Francisco Rosa terminou em quinto e foi o melhor cearense na categoria. Na feminina, mais uma dobradinha das irmãs Nogueira, mas Mariana voltou a vencer. Endyara Mendonça (RJ) e a local Alessandra Santos (campeã cearense 1993), completaram o pódio dividindo a mesma posição.

Na amadora, briga foi entre os dois estados que dominavam cenário nacional. Melhor para o carioca Daniel Rocha, que superou o cearense Crisanto Pimentel. Rodolfo Fiúza (RJ) terminou em terceiro e Marlus Joca, campeão nordestino da categoria no ano seguinte, acabou em quarto.

A 5ª Copa Cavalo Marinho no Ceará, ocorrida de 13 a 16 de abril de 1995, e que voltou a ser feita no local da primeira, também serviu como a segunda etapa da Copa Brasil e encheu todos de expectativas, tendo em vista quatro temporadas sem essa importante competição. Apesar da premiação de doze mil dólares, divididas entre passagens aéreas, pranchas e nadadeiras, recorde no país até aquela data, Guilherme Tâmega (então campeão mundial), Fábio Aquino (vice-campeão brasileiro), Mariana Nogueira (bicampeã mundial) e Paulo Esteves (bicampeão brasileiro) não puderam participar, porque se encontravam na Austrália, no evento que estava dando início ao primeiro circuito global da história, após todos os campeonatos mundiais anteriores terem acontecido somente no Havaí. Contudo, outras estrelas do esporte se fizeram presentes, como, por exemplo, as até então campeãs brasileiras amadoras, Neymara Carvalho e Karla Costa, que não conseguiram ser finalistas.

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Soraia Rocha (SC), que acabou se tornando campeã brasileira profissional naquele ano, faturou o campeonato, deixando logo atrás as irmãs Andrade (Juliana, vice-campeã) e a carioca Cláudia Castelo completando o pódio. Na final da principal categoria masculina, onde não havia nenhum nordestino, melhor para o então campeão mundial amador, o carioca Jefferson Anuthe, que deixou o paulista Maurício Montanha na segunda posição. Pablo Rodrigo, campeão brasileiro amador, terminou em terceiro, e Rapha Alves em quarto. Na última bateria do nível anterior, também deu Rio de Janeiro, com Flávio Campos, que deixou para trás nomes fortes da categoria, como Rodrigo Monti (SC), Paulo Barcellos (RJ) e nosso cearense Roberto Bruno, que naquele ano conquistou seu primeiro título estadual. A revelação do evento foi o campeão estadual iniciante de 1993, Rafael Barreto, que obteve o vice-campeonato amador, ficando à frente dos potiguares Wagner Robson (3º) e Neildo Figueiredo. Única categoria que teve vitória alencarina foi a iniciante, com Wadson Mendes, que acabou conquistando naquele ano título estadual do nível. Na máster, o vencedor foi o carioca Cláudio Marques.

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Teresa Neuma, no grupo virtual dos “dinossauros” cearenses, reconheceu a grandiosidade do seu ex-marido, Raul Oliveira, na construção dessa história, devido audácia e força, pois não tinha nenhum tostão no bolso e conseguiu realizar os maiores eventos que o bodyboarding nacional teve naquela época. Ele, por sua vez, e da mesma forma, admitiu que nada disso teria acontecido sem o imenso apoio de sua ex-mulher, assim como, sem a fundamental contribuição dos dirigentes Paulo de Tarso, Miguel Ângelo e Ednardo Peixoto. Disse ainda, que foram muitos os momentos inesquecíveis, mas, com certeza, vários aconteceram nas beiras de estradas, em botecos, acompanhados de paneladas e muitos planejamentos com a comissão técnica. Lamentou somente o fato de não ter conseguido realizar seu último projeto: uma Copa Cavalo Marinho internacional, numa das nossas praias.

Agradecimento especial do site ao Paulo de Tarso, Raul Oliveira, Teresa Neuma, Gabriel Mesquita, Ériko Vasconcelos, Luciano Praça, Daniel Holanda, Melk Lopes, Roberto Bruno, Rogério Biola e todos os integrantes do grupo cearense, “Geração Morey Boogie”.

 

Foto de capa: Marley Araújo

Fotos antigas: Francisco Chagas, Basílio B. Ruy, Raul Oliveira

 

Fontes:

Jornal Ação Bodyboarding

Jornal Instant

Jornal Rollo!

Jornal The Surf Press

Fluir Bodyboard

5 comments

  1. Que espetáculo de matéria! A história do BB cearense está sendo resgatada graças ao seu esforço e dedicação, Marley. Importante reconhecer a grandiosidade da contribuição de pessoas como o Raul e a Neuma. Grandes sonhadores e acima de tudo, grandes realizadores! Momentos inesquecíveis que agora ficam registrados para as próximas gerações! Parabéns!

  2. Que homenagem linda! Amo essa família! Amo a cavalo marinho… qd ela nasceu foi o ano que conheci Fortaleza e foi paixão nao a primeira vista e sim pra vida toda.
    Gratidão nao somente pelos mares mais pelas areias. Ai que minha carreira em.eventos esportivos, onde escolhi minha profissão.
    Deus os abençoe e vida longa!

  3. Parabéns !!! Que show de matéria!! Excelente rever nomes a muito esquecido, lembrei de vários graças a vocês!! Marley dando show como sempre!! Cara eu fiquei super emocionado ao rever essas imagens nem meus irmãos lembravam hehehehehheheh que material maravilhoso!! Cavalo Marinho virou sinônimo de body boarding ! Atletas do mais alto nível em todas as etapas!! Estive em uma delas na praia da Taíba acho que a 5¤ etapa, muito organizado, com arquibancada e tudo mais!! Parabéns aos idealizadores importante de mais esse veículo de comunicação relembrando esses momentos únicos!!

  4. Que recordação maravilhosa!!!!Eu tenho o meu Cavalo guardado com muito carinho.
    Parabéns a todos que fizeram de suas vidas a luta para colocar os nordestinas no cenario Nacional.
    Não só conseguiram como deram frutos a muitos ídolos do esporte mundial.
    Aloha
    Marcello Pedro

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