DIEGO “MONSTER” GOMES

Com três títulos estaduais na trajetória, mais a incrível façanha de ter ganho uma etapa do mundial em Itacoatiara, apresentamos a todos vocês a história do atual campeão cearense profissional (2019), o mais novo integrante da equipe Genesis do Ceará.

Diego Vieira Gomes, o Diego Gomes, como é internacionalmente conhecido, nasceu em Fortaleza, tem 21 (vinte e um) anos de idade, mora com a mãe, o padrasto, três irmãos e, dentre esses, o bicampeão cearense Mateus Gomes (Estreante 2014/Iniciante 2015).

Iniciou no esporte em 2011, no Caça e Pesca, defronte a barraca Itapariká, no projeto “Bodyboard com Saber”, da atleta profissional Patrícia Setúbal, que também lhe presenteou com a primeira prancha. Começou a competir no ano seguinte, em 2012, mais precisamente na “Praia dos Coqueiros”, também no Caça e Pesca, nos “bodytreinos” da “nova” escolinha GBB (Geração Bodyboard), que foi a fusão da antiga, do Vagner Gomes, com o projeto da referida competidora e mais aquele do Reginaldo Cabral (árbitro ACEAB) denominado “Surf com Vida”. Ainda nessa temporada, estreou no circuito estadual, no ano seguinte esteve na categoria iniciante e, em 2014, já como amador, obteve seu primeiro grande resultado ao terminar na quarta colocação da única etapa do campeonato brasileiro daquele ano, ocorrida em Itacaré, Bahia, no evento Mahalo Bahia Bodyboarding Show.

Seu primeiro título estadual foi o amador de 2015, conquistado ao vencer a etapa unificada de 2016, que também lhe rendeu seu segundo título cearense e seu primeiro na profissional. Na grande final do nível mais alto, superou nada menos que o campeão cearense do ano seguinte (Eduardo Freitas/2017), o megacampeão Roberto Bruno e João Paulo “Jeff” que foi o campeão da categoria de 2015.

Meses depois de levantar seu primeiro grande troféu estadual, partiu para a etapa brasileira do mundial, na bomba de Itacoatiara, no Rio de Janeiro, onde conquistou seu lugar dentre os maiores nomes da história do bodyboarding cearense. Nosso Diego simplesmente ganhou todas as baterias que disputou na profissional juniores e, na final, superou os cariocas Sócrates Santana e Matheus Bastos, até então campeão e vice do mundo (respectivamente), se tornando, assim, o único cearense (masculino) que ganhou uma etapa de Itacoatiara do circuito mundial. A façanha foi tão grande que, além de passar a figurar na história como um dos dois alencarinos que ganhou uma etapa de mundial (o outro foi Melk Lopes em 1995), terminou aquele ano como o terceiro melhor do planeta na categoria.

Em 2017, na etapa única que marcou o retorno do circuito brasileiro após dois anos de paralisação, ficou numa das semi-finais e acabou ano como o melhor cearense na competição e o quinto do país. No ano seguinte, que teve quatro etapas, terminou como “top 11” do Brasil e o segundo melhor do Ceará, ficando atrás somente do João Paulo “Jeff” que ganhou a última disputa ocorrida nos verdes mares (Beach Park).

Ano passado, além de voltar a ser o melhor cearense do circuito brasileiro (top 8) e de ter sido apontado pelo Roberto Bruno como seu mais provável sucessor, se tornou o novo integrante da equipe Genesis do Ceará (composta também pelo Luiz Gustavo e Dalete Mousinho, além dos dois primeiros), venceu a segunda etapa do estadual (Praia do Futuro) e, com um vice-campeonato na última disputa (Prainha), conquistou seu bicampeonato cearense profissional.

Foto de capa: Caio Victor

Outras fotografias: Marley Araújo e Caio Victor.

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